São Tomé - Os trabalhadores da Empresa Nacional de Aviação e Segurança Aérea santomense, ENASA, ameaçam entrar em greve dentro de dias caso o Governo não substitua a actual direcção.
A causa desta revindicação deve-se à «derrapagem económica e financeira» que a empresa se encontra e que poderá pôr em causa os serviços do único aeroporto nacional caso não houver a intervenção mais rapidamente possível das autoridades.
Segundo Roberto Lomba, presidente do Sindicato dos trabalhadores desta empresa, no caderno de revindicações constam «18 pontos com propostas» para saída da actual crise e para se evitar a greve. O mesmo responsável sindical afirma que tudo dependerá das negociações com o Governo.
Roberto Lomba declarou também que os trabalhadores querem encontrar uma saída para a empresa que no seu ver está em «decadência» e numa «derrapagem terrível». O mesmo sindicalista atribui as responsabilidades da má gestão à actual direcção da ENASA. «Por mais dinheiro que a gente tenha não iremos ter uma casa saudável», disse, «temos a má gerência, não só no âmbito financeiro mais também em termos da organigrama da empresa.»
Para Roberto Lomba as anomalias registadas têm causado muitas dificuldades no funcionamento da empresa e consequentemente aos funcionários que se repercute através do atraso dos pagamentos das horas extraordinárias e dos subsídios de férias que têm direito.
Roberto Lomba foi mais longe afirmando que a «empresa para pagar os seus funcionários tem que recorrer a empréstimos bancários». O mesmo responsável sindical confirmou que já está marcada para o próximo dia 9 um encontro entre os trabalhadores e o Governo. Se os resultados da reunião não foram satisfatórios a greve será inevitável.
Segundo Roberto Lomba, presidente do Sindicato dos trabalhadores desta empresa, no caderno de revindicações constam «18 pontos com propostas» para saída da actual crise e para se evitar a greve. O mesmo responsável sindical afirma que tudo dependerá das negociações com o Governo.
Roberto Lomba declarou também que os trabalhadores querem encontrar uma saída para a empresa que no seu ver está em «decadência» e numa «derrapagem terrível». O mesmo sindicalista atribui as responsabilidades da má gestão à actual direcção da ENASA. «Por mais dinheiro que a gente tenha não iremos ter uma casa saudável», disse, «temos a má gerência, não só no âmbito financeiro mais também em termos da organigrama da empresa.»
Para Roberto Lomba as anomalias registadas têm causado muitas dificuldades no funcionamento da empresa e consequentemente aos funcionários que se repercute através do atraso dos pagamentos das horas extraordinárias e dos subsídios de férias que têm direito.
Roberto Lomba foi mais longe afirmando que a «empresa para pagar os seus funcionários tem que recorrer a empréstimos bancários». O mesmo responsável sindical confirmou que já está marcada para o próximo dia 9 um encontro entre os trabalhadores e o Governo. Se os resultados da reunião não foram satisfatórios a greve será inevitável.


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