São Tomé - Luís Campos e Cunha defendeu no seminário sobre a escolha do regime cambial, dirigido aos deputados da Assembleia Nacional, que São Tomé e Príncipe, STP, não deve ter urgência em alterar o seu regime cambial, e caso o país venha a substituir a sua moeda deve optar pelo Euro.Luís Campos e Cunha, professor catedrático da Universidade Nova de Lisboa e ex ministro das finanças português, defendeu que a alteração ao regime cambial «deve ser bem pensado», e que antes de se efectuar qualquer mudança deve ser estudada a opção de um regime câmbio fixo, mas no caso de se optar pela substituição da moeda nacional a preferência deverá ser o Euro, que tem sido o «principal parceiro da indústria e do comércio santomense». Se a escolha for outra, a economia do país poderá sofrer efeitos nefastos defendeu Luís Campos e Cunha.
Este seminário foi uma iniciativa da Assembleia Nacional através da comissão dos assuntos económicos financeiros infra-estruturas e do meio ambiente que tem como objectivo capacitar os deputados para que o regime cambial a ser escolhido no futuro não prejudique o país.
Para o presidente da segunda comissão especializada da Assembleia Nacional, Rafael Branco, o regime «cambial é importante numa perspectiva futura do desenvolvimento do país» e defende que há uma relação entre o regime cambial que o país adopta e o grau de confiança e credibilidade que a população transmite a toda as pessoas que querem investir, consumir e exportar/importar em São Tomé e Príncipe.
A chegada do antigo ministro das Finanças portuguesa para falar do modelo cambial a ser adoptado por STP acontece numa altura que Portugal assumiu a presidência da União Europeia, e três meses depois do presidente da Guine Equatorial ter defendido que seria vantajoso que STP optasse pelo Franco CFA.
Este seminário foi uma iniciativa da Assembleia Nacional através da comissão dos assuntos económicos financeiros infra-estruturas e do meio ambiente que tem como objectivo capacitar os deputados para que o regime cambial a ser escolhido no futuro não prejudique o país.
Para o presidente da segunda comissão especializada da Assembleia Nacional, Rafael Branco, o regime «cambial é importante numa perspectiva futura do desenvolvimento do país» e defende que há uma relação entre o regime cambial que o país adopta e o grau de confiança e credibilidade que a população transmite a toda as pessoas que querem investir, consumir e exportar/importar em São Tomé e Príncipe.
A chegada do antigo ministro das Finanças portuguesa para falar do modelo cambial a ser adoptado por STP acontece numa altura que Portugal assumiu a presidência da União Europeia, e três meses depois do presidente da Guine Equatorial ter defendido que seria vantajoso que STP optasse pelo Franco CFA.


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